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	<title>Só Cinema</title>
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		<title>Denise Gomes fala sobre &#8220;Violeta se Fue a Los Cielos&#8221; vencedor do Sundance 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 18:21:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cine Latino]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; No ano passado um artigo do caderno &#8220;Ilustrada&#8221; do jornal &#8220;A Folha de S. Paulo&#8221;, trazia uma reportagem sobre as co-produções de filmes de países da América Latina com o Brasil, depois da crise econômica que atingiu a Espanha, o principal parceiro de &#8220;nuestros hermanos&#8221;. Apesar da diferença na língua entre o Espanhol e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>No ano passado um artigo do caderno &#8220;Ilustrada&#8221; do jornal &#8220;A Folha de S. Paulo&#8221;, trazia uma reportagem sobre as co-produções de filmes de países da América Latina com o Brasil, depois da crise econômica que atingiu a Espanha, o principal parceiro de &#8220;nuestros hermanos&#8221;.<span id="more-2081"></span></p>
<p>Apesar da diferença na língua entre o Espanhol e o Português, muitas produtoras já apostam neste mercado e colhem já seus resultados.</p>
<p>Um caso interessante é o da Bossa Nova Films, produtora de São Paulo que na sua primeira co-produção com o Chile, turbinou o seu currículo com o prêmio mais importante do cinema independente mundial, o Sundance.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div id="attachment_2093" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/02/File_20118291254193.jpg"><img class="size-medium wp-image-2093" title="File_2011829125419" src="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/02/File_20118291254193-300x200.jpg" alt="File 20118291254193 300x200 Denise Gomes fala sobre Violeta se Fue a Los Cielos vencedor do Sundance 2012" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Francisca Gavilán em &quot; Violeta Se Fue a Los Cielos&quot;</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia 28 de janeiro, o Sundance concedeu a &#8220;Violeta Se Fue a Los Cielos&#8221;, o novo filme do chileno Andrés Wood (do premiado Machuca),  o prêmio de melhor longa estrangeiro no Festival.</p>
<p>Medida as proporções, para uma produção independente é como ganhar o Oscar de melhor filme estrangeiro, diz Denise Gomes, sócia e Diretora Executiva  da BossaNova Filmes, que esteve em Sundance , mas não assistiu a premiação.</p>
<p>O filme conta a história da cantora e artista plástica chilena Violeta Parra, interpretada pela atriz Francisca Gavilán.</p>
<p>Descendente de índios e europeus, Violeta voltou sua carreira para difundir ao mundo o Folclore Chileno, através de suas canções,  desenhos e tapeçarias.</p>
<p>O filme que arrebatou platéias no Chile e na Argentina, estréia no Brasil em abril.</p>
<p>Além do Brasil, a Woods Producciones do Chile, contou com parceria da Maiz Producciones da Argentina.</p>
<p>O Só Cinema bateu um papo com Denise Gomes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Marina Meliande e o cinema de Rogério Sganzerla</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 18:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema Falado]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Quando a diretora Marina Meliande nasceu em 1980, Rogério Sganzerla já era um nome consagrado do cinema brasileiro. &#160; Crítico de cinema do jornal &#8220;O Estado de São Paulo&#8221; nos anos 60,  Sganzerla iria preparar o terreno para o cinema de transgressão e invenção da década seguinte, com dois filmes que se tornaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p>Quando a diretora Marina Meliande nasceu em 1980, Rogério Sganzerla já era um nome consagrado do cinema brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Crítico de cinema do jornal &#8220;O Estado de São Paulo&#8221; nos anos 60,  Sganzerla iria preparar o terreno para o cinema de transgressão e invenção da década seguinte, com dois filmes que se tornaram clássicos imediatos: &#8220;O Bandido da Luz Vermelha&#8221; de 1968 e &#8220;A Mulher de Todos&#8221; de 1969.<span id="more-2062"></span></p>
<p>Seu cinema, enigmático e de difícil classificação, era marcado pela apropriação anárquica de signos e estéticas da época,  como a cultura pop, a narrativa não linear, um novo modo de enquadrar e de montar e de remontar, o  humor, a política, o erotismo, o radicalismo, a poesia, enfim, um solo de guitarra feito de imagem, de som e de fúria.</p>
<p>Em 1970 se junta a Julio Bressane e funda a Belair, produtora responsável por outros filmes fundamentais como &#8220;O Abismo&#8221;, &#8220;Copacabana Mon Amour&#8221; e &#8220;Sem essa Aranha&#8221;.</p>
<p>Ao todo, filmou 17 longas, entre documentário, curtas e ficção.</p>
<p>Em 2003 , Sganzerla concluía sua última obra  &#8221;O Signo do Caos&#8221;, um pouco antes de Mariana se formar no curso de cinema na Universidade Federal Fluminense.</p>
<p>Marina só conheceu Sganzerla através de seus filmes.</p>
<p>Ela já tinha rodado um curta em 2003, &#8220;Por Dentro de uma Gota Dágua&#8221;. Em 2004 fez  &#8221; O Nome dele (Clóvis)&#8221; , o seu segundo curta.</p>
<p>Em parceria com seu amigo da UFF, o diretor Felipe Bragança, ela fez a trilogia &#8220;Coração no Fogo&#8221; composta dos longas  &#8221;A Alegria&#8221; (2008), &#8220;A Fuga da Mulher Gorila&#8221; (2009) e &#8220;Desassossego &#8211; Filme das Maravilhas&#8221; (2011).</p>
<p>Por onde passam, seja nos espaços culturais do Rio ou em Cannes,  os filmes atraem pelo frescor de um cinema jovem, de baixo orçamento, inventivo, livre. Um cinema praticado por uma nova geração que tem como referência cineastas como Rogério Sganzerla.</p>
<p>Nem tudo está perdido. Quem tiver de sapato não sobra.</p>
<p>(Marcelo Camera)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Rafa, curta-metragem do português João Salaviza, concorre em Berlim.</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:46:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festivais e Mostras]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos 28 anos o Lisboeta João Salaviza coleciona prêmios nos cinco curtas que já dirigiu. Em 2009 ele ganhou a concorrida Palma de Ouro em Cannes com &#8220;Arena&#8221;, que mostra o conflito entre um ex-presidiário e os meninos em um gueto de Lisboa. Seu sexto curta, Rafa,  concorre ao Urso de Ouro em Berlim. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div></div>
<div>Aos 28 anos o Lisboeta João Salaviza coleciona prêmios nos cinco curtas que já dirigiu.</div>
<div></div>
<div>Em 2009 ele ganhou a concorrida Palma de Ouro em Cannes com &#8220;Arena&#8221;, que mostra o conflito entre um ex-presidiário e os meninos em um gueto de Lisboa.<span id="more-2046"></span></div>
<div></div>
<div>Seu sexto curta, Rafa,  concorre ao Urso de Ouro em Berlim.</div>
<div></div>
<div>O Só Cinema conversou por e-mail com Salaviza.</div>
<div></div>
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<div><a href="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/02/joao_salaviza_cinema.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2047" title="joao_salaviza" src="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/02/joao_salaviza_cinema-300x225.jpg" alt="joao salaviza cinema 300x225 Rafa, curta metragem do português João Salaviza, concorre em Berlim." width="300" height="225" /></a></div>
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<div></div>
<div><em>SC &#8211; Depois do sucesso de &#8220;Arena&#8221;, porque não partiu para filmar um longa e se manteve fiel ao formato da curta-metragem?</em></div>
<div></div>
<div><strong>JS &#8211;  O &#8220;Arena&#8221; foi a minha primeira curta-metragem realizada depois da escola de cinema, e inicialmente não senti o desejo de avançar logo para uma longa-metragem.</strong></div>
<div><strong>O formato das curtas permitiu-me desenvolver a minha linguagem, encontrar as pessoas e espaços que quero filmar. Agora finalizei o RAFA, e pretendo avançar, finalmente para uma longa-metragem.</strong></div>
<p><em>SC &#8211; Do que se trata a história de &#8220;Rafa&#8221;?</em></p>
<p><strong>JS &#8211; &#8220;Rafa&#8221; é um miúdo de 13 anos, que numa noite de Verão decide sair de casa para procurar a mãe que está detida pela polícia no centro de Lisboa. Ele atravessa a ponte que cruza o rio Tejo, e que separa a cidade dos seus subúrbios, quase como num rito de passagem, em que o adolescente sai da sua zona de conforto para viver uma experiência solitária mas em liberdade. O papel de responsabilidade dentro da família altera-se, ele quer ser o &#8220;homem da casa&#8221;, salvar a família e salvar-se a ele próprio.</strong></p>
<p><em>SC  - Primeiro Cannes com &#8220;Arena&#8221;. Agora, selecionado para Berlim. Como os Festivais ajudam nas produções, além do prestígio?</em></p>
<p><strong>JS &#8211; Os festivais têm um poder perverso: o de legitimar alguns filmes em detrimento de outros. É óbvio que há um mecanismo que faz com que um realizador cujos filmes são exibidos com regularidade tenha mais possibilidades de continuar a filmar. Acima de tudo vejo os festivais como um lugar privilegiado para mostrar os meus filmes, isso é o mais importante, ainda mais sabendo que no circuito comercial existe muito pouco espaço para uma curta-metragem.</strong></p>
<p><em>SC-Como são as condições de produção de cinema em Portugal hoje? As co-produções são uma alternativa `a falta de fomento do cinema?</em></p>
<p><strong>JS &#8211; Neste momento vive-se um momento trágico. Apesar da vitalidade do cinema português com vários realizadores cuja importância é inegável (Pedro Costa, Manoel de Oliveira, Miguel Gomes, João Pedro Rodrigues e a lista continua&#8230;), cada vez menos existe um sentido de dever por parte do estado. O dever de apoiar o cinema, de defender a cultura, a produção de ideias e de sentidos. Neste momento discute-se uma nova Lei do Cinema. É um momento crucial. Se essa Lei não for aprovada, ou se for desvirtuada, isso pode significar o fim do cinema português. Em 2012, o Instituto do Cinema anunciou que não tem fundos para apoiar nenhum filme. Será o &#8220;ano zero&#8221;. Portugal Ano Zero.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<div></div>
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		<title>“AS MULHERES DO 6° ANDAR” &#8211; ESTREIA DIA 10/02</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 15:12:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estréias]]></category>
		<category><![CDATA[Fique ligado]]></category>

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		<description><![CDATA[O cinema francês vem produzindo uma excelente safra de filmes e esse é mais um bom exemplo dessa boa fase, confira! &#8221; As Mulheres do 6° Andar&#8221;   tem direção e roteiro assinados por  Phillippe Le Guay que fez uma comédia romântica para contar  a história de Jean-Louis Joubert (Fabrice Luchini), um corretor da bolsa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema francês vem produzindo uma excelente safra de filmes e esse é mais um bom exemplo dessa boa fase, confira!<span id="more-2029"></span></p>
<p><em><strong>&#8221; As Mulheres do 6° Andar&#8221; </strong></em>  tem direção e roteiro assinados por  Phillippe Le Guay que fez uma comédia romântica para contar  a história de Jean-Louis Joubert (Fabrice Luchini), um corretor da bolsa que leva uma vida burguesa ao lado da esposa Suzanne. Quando a sua empregada doméstica, há vinte anos, decide ir embora, sua pacata rotina é transformada pela chegada de Maria (Natalia Verbeke), uma empregada espanhola que mora com a tia e outras conterrâneas nos pequenos alojamentos para empregados do sexto andar do prédio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Motivado pela simpatia de Maria, Jean-Louis Joubert começa a se aproximar dessas mulheres, que apesar dos dissabores da vida dura que levam, são alegres e bem dispostas. Tocado por estes seres femininos cheios de vida, ele começa a descobrir um novo universo, vivendo com emoção os prazeres mais sutis, em um ambiente completamente diferente aos modos austeros em que estava acostumado.</p>
<p>Novamente o confronto de classes, a xenofobia na França são abordados de forma irônica e através do humor, o que permite retratar  temas difíceis com mais leveza.</p>
<p>O longa já participou do Festival de Berlim em 2011 e conquistou mais de 2 milhões de espectadores na França motivado também pelo seu ótimo elenco, cujo destaque é  Fabrice Luchini (de Potiche), Lola Dueñas (de Volver) e Natalia Verbeke (de O Que Você Faria?), além da diva de Almodóvar, Carmen Maura!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span> </span></strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista &#8211; Gustavo Taretto</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 11:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cine Latino]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O Cinema Argentino continua em ótima fase. Prova disso é o filme &#8220;Medianeras &#8211; Buenos Aires na Era do Amor Virtual&#8221;,  de Gustavo Taretto que está em São Paulo e  falou  agora há pouco com o público no Reserva Cultural. A história é a de Martín e Marina, vizinhos que não se conhecem e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O Cinema Argentino continua em ótima fase. Prova disso é o filme &#8220;Medianeras &#8211; Buenos Aires na Era do Amor Virtual&#8221;,  de Gustavo Taretto que está em São Paulo e  falou  agora há pouco com o público no Reserva Cultural.<span id="more-2032"></span></p>
<p>A história é a de Martín e Marina, vizinhos que não se conhecem e vivem isolados em seus pequenos apartamentos. Conectados a Internet e a um passado asfixiante, eles procuram driblar a solidão numa cidade grande. O que os une é o plano de abrir uma janela na &#8220;medianera&#8221; de seus prédios.</p>
<p>Rodado em julho de 2009, &#8220;Medianeras&#8221; levou 8 meses para montagem e mais um ano para pós produção.</p>
<p>O resultado está num filme muito bem cuidado, desde o &#8220;dressing&#8221; (cenografia) no apartamento dos protagonistas aos ajustes finos de fotografia na composição, colorização e profundidade.</p>
<p>A comédia romântica carregada de críticas ao mundo contemporâneo, arrebatou as platéias por onde passou.</p>
<p>Estreiou no Festival de Berlim no ano passado, onde ganhou o prêmio do público e boas resenhas em revistas como Variety e FilmScreen.</p>
<p>O filme foi vendido para 30 países, bombou na França, passou no Brasil antes mesmo de Buenos Aires, foi para Holanda, EUA, Suiça e agora conquista novos mercados como a China, Vietnã e Coréia.</p>
<p>A internet não ficou de fora, e a equipe disponibilizou no site oficial do filme (www.medianeras.com) o download a um preço módico, bem em sintonia com a idéia do virtual. Por enquanto a opção só é possível para os Argentinos.</p>
<p>Se você não sabe o que significa a palavra Medianeras, o Só Cinema traduz pra você nesse papo com o diretor Gustavo Taretto.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista &#8211; The Soundtrackers</title>
		<link>http://socinema.com.br/entrevista-rodrigo-rodrigues-criador-soundtrackers-os-tocadores-de-trilhas?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=entrevista-rodrigo-rodrigues-criador-soundtrackers-os-tocadores-de-trilhas</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 13:57:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema Falado]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Qual a trilha sonora da sua vida? Se a resposta ficou difícil, que tal pensar em filmes, em sequências marcantes do cinema? Lembrou? Afinal quem não se lembra da cena de Rocky Balboa treinando ao som de The Eye of Tiger? Ou dos Embalos de Sábado a Noite com John Travolta dançando no ritmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Qual a trilha sonora da sua vida? Se a resposta ficou difícil, que tal pensar em filmes, em sequências marcantes do cinema? Lembrou?</p>
<p>Afinal quem não se lembra da cena de Rocky Balboa treinando ao som de The Eye of Tiger?<span id="more-2021"></span></p>
<p>Ou dos Embalos de Sábado a Noite com John Travolta dançando no ritmo dos Bee Gees?</p>
<p>Para as novas gerações, a referência é o cinema de Quentin Tarantino recheado de hits.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/02/soundtrackers1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2023" title="soundtrackers" src="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/02/soundtrackers1-300x146.jpg" alt="soundtrackers1 300x146 Entrevista   The Soundtrackers " width="300" height="146" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pois foi com esta proposta de resgatar os momentos em que a música e o cinema se encontraram com sucesso, que nasceu a banda The Soundtrackers &#8211; Os Tocadores de Trilhas.</p>
<p>O grupo criado em São Paulo pelo apresentador de TV e músico Rodrigo Rodrigues completa em 2012 quatro anos de sucesso, com uma nova formação (com a saída do vocalista Fábio Nogueira), novos figurinos e, claro, novo repertório.</p>
<p>Quem explica a idéia é o Rodrigo , que dá uma aula do assunto. Pesquisador de música pop, entre outras habilidades, ele  prepara um livro sobre a trilha musical no cinema a ser lançado no mês que vêm.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira mais esta matéria exclusiva do Só Cinema.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Inscrições para a Escola Internacional de Cinema e TV &#8211; Cuba</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 12:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Editais e Inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[Fique ligado]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Inscrições]]></category>

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		<description><![CDATA[Tradicional escola de cinema de Santo Antonio de Los Baños, Cuba está com inscrições abertas! O processo seletivo para o curso de 2012 a 2015 está recebendo inscrições até 10 de Março, tendo início em Setembro de 2012 e término em Julho de 2015. Os cursos são de Direção, Produção, Roteiro, Fotografia, Som, Documentário, Edição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tradicional escola de cinema de Santo Antonio de Los Baños, Cuba está com inscrições abertas!<span id="more-2010"></span></p>
<p>O processo seletivo para o curso de 2012 a 2015 está recebendo inscrições até 10 de Março, tendo início em Setembro de 2012 e término em Julho de 2015.</p>
<p>Os cursos são de Direção, Produção, Roteiro, Fotografia, Som, Documentário, Edição e TV /Novas Mídias. Este ano são quarenta vagas para alunos estrangeiros sendo que brasileiros poderão ser selecionados de 4 a 6 alunos, ou seja é uma seleção bem rigorosa. O custo é de 5 mil euros por ano,  com direito a hospedagem em quartos individuais, alimentação, transporte, assistência médica, material e produção integral para a realização dos filmes para o curso. O Ministério da Cultura oferece um subsídio através da Secretaria do Audiovisual e o restante fica a cargo do aluno.</p>
<p>A EICTV é uma escola reconhecida pelo mercado internacional e vale a pena tentar uma vaga! As inscrições podem ser feitas pelos sites:</p>
<p>www<a href="http://www.curtaminas.com.br/" target="_blank">.curtaminas.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.palaciodasartes.com.br/" target="_blank">www.palaciodasartes.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.fundaj.gov.br/canne">www.fundaj.gov.br/canne</a></p>
<p><a href="http://www.agepel.go.gov.br/" target="_blank">www.agepel.go.gov.br</a></p>
<p><a href="mhtml:{69918E8A-97EE-49F6-9880-767AC651785C}mid://00000414/" target="_blank">www.sintracine.org</a></p>
<p><a href="http://www.iap.alcantara.net.br/" target="_blank">www.iap.alcantara.net.br</a><strong></strong></p>
<p><a href="http://www.eictvpara.blogspot.com/" target="_blank">www.eictvpara.blogspot.com</a></p>
<p>Após o preenchimento, a ficha de inscrição deve ser enviada por e-mail para <a href="mailto:eictvbrasil@gmail.com" target="_blank">eictvbrasil@gmail.com</a><strong>.</strong></p>
<p>Boa Sorte!!!</p>
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		<title>Filmando &#8221; Cada um tem a gêmea que merece&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estréias]]></category>
		<category><![CDATA[Fique ligado]]></category>
		<category><![CDATA[bastidores]]></category>

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		<description><![CDATA[Adam Sandler protagoniza os dois papéis-título de Cada Um Tem a Gêmea Que Merece (Jack and Jill), comédia dirigida por Dennis Dugan. O Só Cinema vai mostrar como foi que a equipe técnica resolveu os desafios dessa produção. Cada Um tem a Gêmea que Merece é uma comédia focada em Jack Sadelstein (Adam Sandler), um publicitário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adam Sandler protagoniza os dois papéis-título de <strong><em>Cada Um Tem a Gêmea Que Merece (Jack and Jill)</em></strong>, comédia dirigida por Dennis Dugan. O Só Cinema vai mostrar como foi que a equipe técnica resolveu os desafios dessa produção.<span id="more-1997"></span></p>
<p><strong>Cada Um tem a Gêmea que Merece </strong>é uma comédia focada em Jack Sadelstein (Adam Sandler), um publicitário de sucesso em Los Angeles com uma bela esposa e filhos, que ano após ano teme um evento: a visita de sua irmã gêmea idêntica Jill (também Adam Sandler) no feriado de Ação de Graças.</p>
<p>Sandler precisou de uma engenhosa coordenação pra interpretar ambos os papéis.</p>
<p>“A <em>gag</em>, em parte, é que Jack e Jill fariam exatamente as mesmas coisas ao mesmo tempo”, explica Steven Koren, coautor do roteiro,“Para isso, é claro, Adam tinha que fazer a mesma cena duas vezes: primeiro como um gêmeo e depois, como o outro. Era quase como uma dança, um balé; o Adam precisou ter uma concentração incrível e uma sincronização perfeita.</p>
<p>Para fazer frente aos desafios técnicos de se rodar Adam Sandler contracenando com ele mesmo, os cineastas recorreram primeiramente ao diretor de fotografia, Dean Cundey,  que filmou <em>Uma Cilada Para Roger Rabbit </em>, <em>De Volta Para o Futuro </em> e <em>Jurassic Park &#8211; Parque dos Dinossauros, </em>entre outros. Dean Cundey conta como foi esse processo de filmagem:</p>
<p>“Quando um ator interpreta dois personagens no mesmo quadro ao mesmo tempo, são inúmeros os fatores complicadores, pois o processo, em geral, exige que você faça uma tomada com um dos personagens em um quadro e, depois, repita a mesma tomada com o outro personagem também no quadro”, explica Cundey. “Às vezes, é um processo relativamente simples como um <em>split</em>. Nessas tomadas, a câmera não se move. Você filma duas vezes: com o ator interpretando um personagem em um lado do quadro e uma segunda vez com o outro personagem do outro lado do quadro. Aí, casamos os dois no computador, quase como você faria tirando duas fotografias, cortando-as ao meio e colando a metade de uma à da outra”.</p>
<p>A partir dessas tomadas simples, o processo vai se tornando consideravelmente mais complicado. “Usamos movimentos de câmera, eles tocam um no outro, passam objetos um para o outro. É uma ótima forma de prender a atenção do público”, prossegue.  “A gente filmava o Adam como o Jack. Depois, ele saía e se caracterizava como Jill; a iluminação do <em>set</em> era religada e tínhamos que nos assegurar que incidisse exatamente sobre o ponto em que Adam estaria de pé no papel de Jill. O Adam entrava em cena e nós lhe dávamos um ponto eletrônico que ele usava para ouvir o seu desempenho como Jack, que tínhamos acabado de rodar. Nós montamos um monitor para que ele pudesse acompanhar o que Jack estava fazendo. Os técnicos de controle de movimento asseguravam que nossos movimentos de câmera fossem exatamente os mesmos em cada um dos planos. E, finalmente, o compositor de platô ia montando as tomadas à medida que as filmávamos e nos mostrava como estava saindo a montagem para que nós pudéssemos avaliá-la e julgá-la. Filmar assim exigiu uma equipe numerosa”.</p>
<p>“Utilizamos uma câmera controlada por computador e programada para realizar o mesmo movimento várias vezes”, explica DeLeeuw responsável pelos efeitos especiais,  “Assim, podíamos filmar uma vez com o Jack e fazer a mesma coisa com a Jill”. Um bom exemplo, segundo ele, é a cena em que Pacino se encanta com Jill durante uma partida de basquete. “Temos não só Jack e Jill, mas também os jogadores de basquete e os espectadores ao fundo. Quanto maior o cenário, maior é a dificuldade”.</p>
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<p>“Em muitos planos, rodávamos o Adam com uma dublê de corpo da Jill usando um capuz verde sobre a cabeça, que, posteriormente, removíamos para substituí-lo com o Adam no papel da Jill”, explica o diretor de fotografia : “O processo no <em>set</em> é como reunir as peças de um quebra-cabeça, um mosaico que é posteriormente montado pelos compositores e a equipe de pós-produção. Meu trabalho era garantir que tivéssemos todas as peças adequadas para completar o quebra-cabeça, pois à medida que o público vai se tornando cada vez mais sofisticado, você não pode fazer apenas o básico.  O mais legal desta produção foi a oportunidade de tomarmos decisões de improviso. Se surgia uma nova ideia, Dennis, o assistente de direção e eu decidíamos como iríamos filmá-la”.</p>
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<p><a href="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imgres1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2005" title="imgres" src="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imgres1.jpg" alt="imgres1 Filmando  Cada um tem a gêmea que merece" width="305" height="165" /></a></p>
<p>Outro desafio do filme foi fazer com que Sandler se desdobrasse em dois personagens, os responsáveis foram Ann Pala pelo departamento de maquiagem,  Thomas Real pelo cabelo e a figurinista, Ellen Lutter.</p>
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<p>&#8220;Foi muito divertido, exceto pela maquiagem. O processo levava de 3 horas e meia a 4 horas e eles espalham cola pela minha cara toda, até na minha barba. Eu usava cinco próteses na minha cabeça e no rosto. Três dias depois de rodar, eu continuava encontrando restos de cola”, comenta Sandler.</p>
<p>“Os principais fatores para lhe dar feições femininas foram os olhos, as bochechas, os dentes e a franja. Nós usamos nove tons diferentes de maquiagem para realçar e corrigir”, comenta Ann Pala. Para os cineastas, era importante criar uma personagem Jill real. “Adam não interpreta um homem interpretando uma mulher, ele está interpretando uma mulher”, comenta Lutter. “Não era uma questão de criar uma <em>drag</em>, queríamos criar uma mulher real, com uma personalidade e traços específicos. Ela tinha que ser verdadeira e natural.</p>
<p>Outra curiosidade interessante da produção é que uma parte das filmagens foram realizadas num navio que fazia os últimos testes antes de abrigar passageiros. Assim a equipe técnica pode filmar com o navio vazio. O diretor de fotografia comenta como foi essa locação:</p>
<p>“Tivemos a sorte de que o nosso filme coincidisse com o lançamento do navio. O navio estava sendo construído na Noruega durante a pré-produção do filme.  Enviamos alguns eletricistas à Noruega para instalar o cabeamento e as conexões elétricas necessárias de modo que, quando o navio chegasse aqui, estivéssemos prontos para rodar. Nós os encontramos na Flórida e, durante a fase de testes da embarcação, quando ainda ajustavam os últimos detalhes para receber seus passageiros, pudemos passar 10 dias a bordo, filmando”.</p>
<p>“Sabíamos de antemão que trabalhar em um cruzeiro tem suas restrições &#8220; Filmar em um navio, contudo, embora envolva certos desafios, também tem suas vantagens.  Quando rodávamos na proa do navio, à medida que o dia avançava, o sol mudava de posição. E como não havia passageiros comerciais a bordo e nenhum destino específico a ser alcançado, o comandante simplesmente girava o navio para que o sol se mantivesse na mesma posição o dia todo. Não existe nenhuma locação no mundo em que possamos contar com esse tipo de adaptação à incidência solar. O comandante girava o navio lentamente, um grau a cada seis minutos”, explica Cundey. “Assim, o sol se mantinha exatamente no mesmo lugar com relação ao navio. Um dia, por exemplo, o tempo amanheceu nublado na costa da Flórida, mas isso não foi problema: o comandante deslocou o navio para outro lugar”.</p>
<p>Para que a ilusão de que Jack e Jill são, de fato, duas pessoas diferentes fosse realmente convincente, tudo precisou ser cuidadosamente planejado, explica Dan DeLeeuw, o supervisor efeitos visuais. “Jack e Jill pulam corda em dupla, cercados por uma multidão”, conta ele. “Temos o mar ao fundo, o sol está se pondo e, obviamente, tínhamos de rodar duas vezes para captar os dois irmãos. Esse foi o desafio: rodar um filme de gêmeos na popa de um navio enquanto o sol se punha. O navio tem um convés alaranjado que se refletia nos atores, criando uma bela tonalidade. E temos o azul do céu aberto, um efeito que não se conseguiria com a iluminação e o uso do <em>chromakey</em>”.</p>
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<p>Agora que já sabemos um pouco de como foi a produção do filme é ver o resultado na tela grande, o filme entra em cartaz  dia 10/02!</p>
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		<title>Palestras gratuitas com cineastas e atores na AIC</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos e Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fique ligado]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
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		<description><![CDATA[Na próxima semana a AIC promove a Semana de Orientação , uma semana com  exibição de filmes e palestras gratuitas para quem está interessado em ingressar no mercado cinematográfico. De 06 a 10 de fevereiro você pode participar da Semana de Orientação que a Academia Internacional de Cinema, a AIC promove todo ano, com uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima semana a AIC promove a Semana de Orientação , uma semana com  exibição de filmes e palestras gratuitas para quem está interessado em ingressar no mercado cinematográfico.<span id="more-1988"></span></p>
<p>De 06 a 10 de fevereiro você pode participar da Semana de Orientação que a Academia Internacional de Cinema, a AIC promove todo ano, com uma série de palestras que abrangem da produção, atuação, direção e distribuição. Esse ano os palestrantes são:</p>
<ol>
<li> o  ator<strong> Leonardo Medeiros</strong> ( <em>Lavoura Arcaica</em>, <em>Cheiro do Ralo</em> e <em>Cabra Cega</em> )  que vai abordar  a formação profissional do ator no Brasil, atuação no cinema e na TV – perspectivas de mercado”.</li>
<li> o diretor argentino<strong> Gustavo Taretto</strong> (<em>Medianeras) </em>que vai comentar  o Cinema argentino e abordar as questões de co-produções, captação, distribuição e estética contemporânea”;</li>
<li> o  diretor chileno <strong>Sebastián Silva</strong> ( <em>Gatos Viejos) </em> cuja palestra será <strong> “Produção cinematográfica rápida e de baixo orçamento e a relação do cineasta com os atores”</strong>;</li>
<li><strong>Michael Wahrmann</strong>, diretor, roteirista e editor uruguaio que vai comentar o início da carreira, a produção independente de curta-metragem;</li>
<li>o  ator, produtor e diretor <strong>José Wilker</strong> traça um panorama histórico da produção, atuação e direção do cinema brasileiro</li>
</ol>
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<div></div>
<div>Para participar basta se inscrever pelo  e-mail: <strong><a href="mailto:rsvp@aicinema.com.br" target="_blank">rsvp@aicinema.com.br</a><span> </span></strong></p>
<p align="center"><strong><span style="color: #000000;"> </span></strong></p>
</div>
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		<title>Entrevista com Afonso Poyart, diretor de 2 Coelhos</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Em 2 Coelhos, Afonso Poyart faz seu debut no longa metragem, mas está longe de ser um iniciante quando o assunto é cinema de animação. A frente da premiada produtora paulistana Black Maria, ele já faturou vários prêmios internacionais nos 11 anos de sua carreira publicitária. &#160; Em 2005 o seu curta &#8220;Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p>Em 2 Coelhos, Afonso Poyart faz seu debut no longa metragem, mas está longe de ser um iniciante quando o assunto é cinema de animação.</p>
<p>A frente da premiada produtora paulistana Black Maria, ele já faturou vários prêmios internacionais nos 11 anos de sua carreira publicitária.<span id="more-1978"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2005 o seu curta &#8220;Eu Te Darei o Céu&#8221;, faturou quatro Kikitos em Gramado e prêmios no Festival do Rio.</p>
<p>Desta vez, Afonso aposta num filme de aventura abusando de efeitos especiais e na pós produção.</p>
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<div id="attachment_1986" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/01/889511.jpg"><img class="size-medium wp-image-1986" title="88951" src="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/01/889511-300x200.jpg" alt="889511 300x200 Entrevista com Afonso Poyart, diretor de 2 Coelhos" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Afonso Poyart, diretor de 2 Coelhos</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Orçado em 4 milhões de reais e rodado em várias locações de São Paulo, 2 Coelhos tem uma história intrincada.</p>
<p>O jovem Edgar (interpretado por Fernando Alves Pinto) planeja desbaratar de uma só vez uma quadrilha de bandidos liderada por Maicon (Marat Descartes) e um político corrupto (Roberto Marchese) que conta com o apoio da promotora pública Júlia (Alessandra Negrini).  Completam o elenco Caco Ciocler, Thaide, Norival Rizzo, Thogun, Aldine Muller e Neco Villa Lobos.</p>
<p>Além dos atores, outros personagens que roubam a cena são os efeitos visuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_1981" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/01/2-coelhos.jpg"><img class="size-medium wp-image-1981" title="2-coelhos" src="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/01/2-coelhos-300x184.jpg" alt="2 coelhos 300x184 Entrevista com Afonso Poyart, diretor de 2 Coelhos" width="300" height="184" /></a><p class="wp-caption-text">explosões de até 30 metros de altura</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A equipe de efeitos especiais Farjalla FX ficou responsável por explosões de até 30 metros de altura, pelos 2000 disparos de festim e perseguições que não ficam devendo nada a muitas produções da terra do tio Sam. Os efeitos foram realçados pela pós-produção coordenada pelo experiente Maurício Fauer. Parte das cenas em 3D , como a  sequencia em que Alessandra Negrini luta contra os bonecos, foram feitas em Londres pela produtora Mary Post.</p>
<p>Na fotografia o destaque vão para as cenas filmadas com a câmera Phantom que registra mil quadros por segundo e que foi usada em produções como Matrix ( dos irmãos Wachowski)  e A Origem ( Christopher Nolan). A trilha sonora traz desde Radiohead até a fase mais punk dos Titãs, sob a batuta de Marcio Nigro e Andre Abujamra.</p>
<p>Com duas semanas da estréia o filme vem conquistando fãs que não deixam de fazer comparações ao cinema de Quentin Tarantino e de Guy Ritchie. Mas Poyart garante que 2 coelhos tem estilo próprio.</p>
<p>O Só Cinema esteve na Black Maria para conversar com Afonso Poyart sobre 2 coelhos.</p>
<div>
<div id="attachment_1982" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/01/88948.jpg"><img class="size-medium wp-image-1982" title="88948" src="http://socinema.com.br/wp-content/uploads/2012/01/88948-300x200.jpg" alt="88948 300x200 Entrevista com Afonso Poyart, diretor de 2 Coelhos" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Diretor e atores no Set</p></div>
</div>
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